Autonomia do idoso: 6 dicas para deixá-los mais confiantes e independentes!


Envelhecer sem perder a capacidade de tomar decisões (autonomia) ou de realizar atividades do cotidiano (independência). Mesmo quem não gosta de pensar sobre a velhice sabe que esse seria o cenário ideal para chegar à terceira idade com qualidade de vida, principalmente pelo fato de que a expectativa de vida segue aumentando – de acordo com o IBGE, em 2015, ela chegou a 79 anos – e a tendência é que continue assim.

Como, então, ser um idoso autônomo e independente? A resposta varia de pessoa para pessoa, mas, de forma geral, os cuidados consigo mesmo devem começar ainda na juventude e durar a vida inteira. E eles envolvem, basicamente, atenção com a saúde, alimentação saudável, atividades físicas e exercícios para o cérebro. Confira a seguir algumas dicas para manter a autonomia do idoso:

1. O cuidado com a saúde começa com acompanhamento médico

À medida que a idade avança, acontece um desgaste natural do organismo. Em outras palavras, é difícil encontrar uma pessoa na terceira idade que não tenha alguma doença associada ao envelhecimento, como diabetes, pressão alta e problemas de coluna. Ainda assim, é possível controlar essas doenças e diminuir seus efeitos no dia a dia, mantendo a qualidade de vida.

Para isso, porém, é essencial ter acompanhamento médico e seguir os tratamentos indicados corretamente.

2. Atividades físicas regulares fortalecem o corpo para enfrentar o dia a dia

Se os exercícios físicos melhoram a qualidade de vida de jovens, no caso dos idosos, que perdem muito mais força por causa da idade, são eles que podem dar condições de a pessoa realizar sozinha atividades do cotidiano, como levantar-se da cama ou do sofá, escovar os dentes ou preparar um café. A frequência e a intensidade dos exercícios dependem da idade e da saúde do idoso, por isso é imprescindível o acompanhamento de um médico e de um fisioterapeuta e/ou educador físico.

3. A alimentação correta fornece os nutrientes para manutenção da saúde e a autonomia do idoso

Para conseguir enfrentar o dia a dia e se fortalecer com os exercícios físicos, o corpo – de qualquer idade, mas principalmente o mais velho – precisa da energia e dos nutrientes fornecidos pelos alimentos. Por isso, além de uma alimentação balanceada, rica em frutas e verduras, é importante realizar exames para verificar se falta algum nutriente específico e se há necessidade de suplementação por vitaminas. Se houver restrições médicas a determinados alimentos, como no caso da diabetes, vale reforçar que a dieta adequada evita o agravamento da doença.

4. O cérebro também precisa se exercitar

Se os exercícios físicos estão intimamente ligados à independência dos idosos, atividades que exercitem o cérebro, como leitura, quebra-cabeças, cruzadinhas, etc., permitem a manutenção da autonomia. Um corpo apto a realizar atividades depende de um cérebro saudável capaz de raciocinar e tomar decisões sobre o que ele vai realizar, por isso essas atividades devem ser incentivadas. Além disso, a ocupação da mente evita que o idoso fique deprimido, pensando apenas em doenças e nas dificuldades da vida na terceira idade.

5. A vida social afasta a depressão

Quanto mais sozinho o idoso fica, maior a possibilidade de ele desenvolver depressão. Por isso, é importante estimular a participação da pessoa em atividades coletivas, como aulas de ioga ou de dança voltadas para a terceira idade, bem como clubes de tricô e crochê. Além de exercitarem a mente, aulas de informática podem servir para ter contato com outras pessoas e até para o idoso se aproximar das gerações mais novas, como os netos.

6. A tecnologia pode ser uma aliada

Retirar pessoas de idade de suas casas e afastá-las de suas rotinas para que elas estejam sempre assistidas em uma casa de repouso, por exemplo, ou colocar uma pessoa dentro da casa delas para acompanhá-las no dia a dia pode fazer com que se sintam incapazes e inúteis.

Para evitar acidentes ou a demora no socorro caso algo aconteça, a solução mais moderna é o uso de sistemas de monitoramento remoto com botões de emergência em pulseiras ou colares, que são usados pelos idosos e acionados em caso de queda ou algum outro problema.

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Victória Régia

Empresa com mais de 28 anos de experiência no segmento nosso intuito é ajudar da melhor forma possível com dicas, noticias e cuidados. Trabalhando assim em prol da saúde tanto do paciente como da família e sociedade.

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