Autoestima na terceira idade: veja como motivar o amor próprio do idoso!


 

A autoestima é uma das grandes conquistas da vida. Sem ela, passamos anos questionando nossa personalidade, criticando nossas limitações, relembrando os defeitos. Envelhecer dessa maneira pode fazer com que essa caminhada seja mais difícil, além de resultar em problemas como isolamento, frustrações, depressão e outras doenças.

Apreciar a si mesmo e cultivar a boa autoestima na terceira idade também é fundamental para manter a saúde e o bem-estar do idoso. Motivá-lo a realizar atividades que lhe dão prazer, cuidar da sua aparência, conviver com a família e os amigos são exemplos de como tentar manter sua autoestima elevada. Sentir-se valorizado, útil e amado só faz bem, então, veja como você pode contribuir para isso:

Evite o isolamento social

A aposentadoria e a falta de rotina podem gerar desmotivação no idoso, que fica sem saber o que fazer com a falta de compromissos, objetivos e o tempo ocioso. Assim, tende a se isolar do convívio social e das atividades que costumava praticar.

A depressão é um dos sintomas mais comuns, diminuindo ainda mais o interesse e a disposição para as atividades do dia a dia. Problemas mais graves também podem ser associados ao isolamento social, como distúrbios físicos, mentais e até o suicídio.

Portanto, é uma questão bastante séria que deve ser tratada com atenção ainda mais com o aumento da longevidade da população. A chamada “saúde social” pode ser mais importante do que imaginamos e está bastante relacionada com a autoestima na terceira idade.

Crie projetos pessoais e conheça outras pessoas

Enquanto a vida passa rápido durante os anos de estudo e trabalho, a falta de rotina na terceira idade também pode ser estressante se vier acompanhada da baixa autoestima e da solidão. Por isso, é importante reconhecer algumas vontades do idoso e estabelecer projetos pessoais a serem cumpridos.

Por exemplo, às vezes durante toda a vida não se pôde dedicar tempo para aprender a dançar ou tocar algum instrumento. Artesanato, um novo idioma, informática, culinária? Nunca é tarde! Essas também são ótimas oportunidades para conhecer novas pessoas, trocar conhecimentos, contar histórias, fazer amizades. Dividir a vida com outras pessoas e cultivar afetos elevam nossa autoestima e melhoram o humor.

Cuide não só da saúde como da aparência

A vaidade não deve ser apenas uma preocupação da juventude. Saber lidar com o envelhecimento como um processo natural e continuar cuidando e gostando de si mesmo é determinante para manter a boa autoestima.

Embora cada um tenha sua personalidade, mais ou menos vaidosos, faz bem estimular os cuidados básicos como a higiene e a aparência. Um perfume, um batom ou uma camisa nova podem motivar o idoso a se cuidar mais, sentir-se valorizado e mais atraente. Alimentar-se bem e praticar atividade físicaainda servem para as duas categorias: bom para a saúde e para a aparência.

Delegue funções e responsabilidades

Mesmo que cada idoso tenha suas limitações e preferências, procure encontrar uma tarefa que ele seja capaz de desempenhar e que possa se sentir útil por isso. Seja buscar um neto na escola, comprar o pão todas as tardes ou fazer a sobremesa do almoço de domingo, encontre algo que valorize as suas capacidades.

Muitos idosos se dedicam ao trabalho voluntário ou programas da terceira idade para continuarem com uma rotina ativa. Ainda que a saúde esteja um pouco comprometida, tente não tirar toda a sua autonomia, sempre delegando funções que eles possam cumprir para não se sentirem desvalorizados.

Cuidar dos nossos idosos não é apenas garantir que seus exames estejam em dia. A autoestima na terceira idade é extremamente importante para afastar outras complicações, garantindo uma vida mais feliz e saudável. Confira ainda 6 dicas para deixá-los mais confiantes e independentes!

Compartilhe nossos Artigos!

Victória Régia

Empresa com mais de 28 anos de experiência no segmento nosso intuito é ajudar da melhor forma possível com dicas, noticias e cuidados. Trabalhando assim em prol da saúde tanto do paciente como da família e sociedade.

Victória Régia

<  Carla de Matos     9 de abril de 2018 às 19:03

Olá, me chamo Carla e tenho 22 anos.
Meu pai já é idoso de 67 anos, é está bastante debilitado emocionalmente, e fisicamente.
Refleti sobre minha vida e meu comportamento com meu Pai, e percebi que não tenho dado a atenção e o cuidado que ele deveria. E estou disposta a mudar isso!
Porém, não sabe como começar! E peço encarecidamente que me ajudem.


    <  Victória Régia     10 de abril de 2018 às 14:11

    Olá Carla, tudo bem?

    Agradecemos o contato.

    Ficamos bem felizes que o primeiro passo tenha sido dado, que é reconhecer o problema.
    Podemos ajudar no sentido de primeiro paciência, segundo conciliar seus horários para que possa passar um tempo com ele e com isso desenvolver uma atividade prazerosa para ambos. E o mais importante é possível ajuda através de terapia.
    A princípio pode parecer estranha a sugestão, mas garantimos que fará toda a diferença. Procure um amigo psicólogo, ele poderá te indicar um caminho de mudança. Não tenha medo de procurar ajuda. Você vai descobrir que é a melhor coisa que poderia ter feito



Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *